Madde Comunicação
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Pequena história dos Social Media

As redes sociais surgiram no início dos anos 2000 e têm vindo a crescer exponencialmente. De acordo com as estatísticas passamos cerca de 135 minutos diários no Facebook, Twitter, Instagram e Whatsapp.

Muitas vezes associamos o Facebook ao início das redes sociais, mas na verdade elas já existiam muito antes de Zuckerberg.

As redes sociais começaram nos anos 40 do século XIX, não acredita? Então consulte esta infografia que mostra a evolução das redes desde 1844.

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Digital Influencers

A geração milenar é considerada a geração digital, onde tudo o que se faz, vê ou pratica está diretamente ligado a este meio. Com este segmento influente, chega a necessidade de publicitar determinado produto ou serviço aplicando uma técnica digital e de envolvimento com o consumidor final.

São inúmeros os estudos que evidenciam a importância que a estratégia do "boca-a-boca" tem atualmente, e por isso, a tão emergente procura do melhor influencer para determinado produto ou serviço de modo a que o meio seja apenas o alicerce perfeito.

Agora, junte esta estratégia milenar e acrescente a era digital, onde uma pequena informação é dissipada em segundos, promovendo 7,2 biliões de interações na internet.

No entanto, não é apenas a escolha do influenciador que se torna importante, mais do que isso é importante compreender se o influenciador é realmente fã da marca e se a consegue promover de forma genuína, dando a entender ao consumidor que já existia uma forte ligação entre ambos. Está provado que a linguagem e o canal escolhido para a promoção de determinado conteúdo tangível ou intangível deve ser criteriosa por parte do influenciador e não por parte da empresa. Não é boa prática tornar uma influencer em algo direcionado para a compra, para isso, a publicidade tradicional seria suficiente.

Estudos realizados pela plataforma Twitter, apontam que 49% dos utilizadores digitais procuram conselhos em social influencers, e que 40% dos utilizadores já fizeram, pelo menos, uma compra baseada na opinião de alguém com quem se identificam. Contudo, alguns destes estudos indicam também que as pessoas com mais de 45 anos preferem ainda um influenciador tradicional.

No entanto, há que reter, um bom influenciador não é aquele que tem inúmeros seguidores, um bom influenciador é aquele que tem seguidores com os quais tem uma enorme interação. Se a intensidade e profundidade da relação for fraca, o resultado não será o esperado.

Há ainda quem identifique os 3 R's para um bom influenciador

Relevância - É importante no sentido de atingir o segmento alvo, o influenciador escolhido precisa de ter relevância nessa área de negócio ou neste tipo de mercado.

Reach - Número de seguidores, um ponto crucial na escolha do influenciador. Mas mais do que isso, a interação que este mesmo influenciador apresenta com os seguidores, e a sua conexão com a marca que publicita. Tal como o nome indica, é o poder de alcance com quem o admira.

Repercussão - Tal como o nome indica, este é o R que mede o resultado de determinada campanha, produzindo com isso determinado efeito no seguidor. É na verdade o poder de engagement entre influenciador e seguidores.

Resumindo e "baralhando", a importância desta técnica de marketing digital precisa de um alinhamento perfeito aleada à estratégia que a empresa pretende seguir. Não se trata apenas de escolher um influenciador, trata-se de escolher um influenciador que de certa forma tenha forte conexão com a marca e que a represente em linhas de quotidiano das pessoas que o seguem, apresentando os benefícios da mesma e ao mesmo tempo criando uma ligação de amor com quem a irá conhecer ou reconhecer como uma possível escolha na compra final.

Não nos podemos esquecer nunca dos tão amorosos haters, que desempenham também uma função nesta era dos influenciadores digitais. O truque é deixá-los sem palavras para um produto ou serviço tão "sentimentalmente" publicitado ? Ninguém resiste!

Ficou com dúvidas? Gostaria de perceber qual o melhor Digital Influencer para a sua marca? Contacte-nos!

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Insights, insights com fartura!

Para atingir determinado posicionamento, a marca precisa de criar um insight de consumo para com o consumidor, fazendo-lhe uma decidida promessa onde estejam intrínsecos valores credíveis. Deste modo, o modo como contacta com o consumidor final, transmite uma ideia e um conceito que criarão de imediato uma necessidade no consumidor, levando à tão desejada intenção de compra no mesmo.

Podemos exemplificar casos como a Starbucks, em que o cliente já não procura apenas o café (expresso), o cliente procura um local específico, com características específicas, que o faz pertencer à comunidade da marca deste conceito de cafetaria. A Apple é também um excelente exemplo, antes de estarem no mercado, todos os telefones são previamente anunciados, criando determinado insight na comunidade da marca, originando uma quase compra imediata mesmo antes de qualquer visualização do produto.

Mas e agora, como fazer a diferença quanto ao legado de bons insights? Há inúmeras regras que podem e devem ser seguidas, entre elas, a clareza na mensagem que se transmite, a relevância daquele produto para determinado segmento, a credibilidade do que é anunciado (nunca mentir sobre o que determinado produto ou serviço oferece ao consumidor final) e a originalidade, não vamos imitar outro produto/serviço, até podemos ter algo semelhante, mas o insight provocado no consumidor fará com que o nosso seja mentalmente melhor.

A essência de um grande insight passa pela verdade penetrante que envolve e estimula o consumidor, nunca descuidando a marca, que terá que ser um produto dotado de personalidade onde o publicitário serve apenas de sustento - sendo o seu psicólogo e conselheiro.

Tudo isto para partilhar consigo que quando sente ligação com alguma marca, por determinada mensagem sensorial que ela lhe tenha transmitido, "xeque-maDDe" - objetivo cumprido! A marca atingiu o posicionamento pretendido e você sentiu o insight sensorial que poderá criar um instinto de compra quase imediato.

Percebe como é importante esta essência de criar insights no público-alvo? Os insights ultrapassam características superficiais, são emocionais e instintivas.

Segundo Klaric, quando se trata de insights, a emoção é mais forte do que a razão, e o instinto é mais forte que os dois. Concorda?

Pois bem, um insight na verdade, apresenta três aspetos fundamentais na persuasão. Lembra-se da Retórica, de Aristóteles? Certamente que sim, mas mal sabia ele que a sua mais bela obra seria utilizada como meio de persuasão no que toca a uma estratégia de marketing. Ethos, Logos e Pathos, que são, respetivamente, o modo de persuadir determinado público-alvo, o modo de apelar ao sentimento de cada pessoa e a clareza do discurso e sinceridade no que se diz, todos eles interligados e em reciprocidade de exercícios de carácter e identidade, de sentimento e de paixão, de clareza e de verdade

Agora confesse, que tipo de insight lhe criámos? O de amor por tudo aquilo que fazemos, certamente!
Ficou com dúvidas? Quer fazer uma campanha dotada de insights?

Contacte-nos, temos certamente sugestões para lhe apresentar!

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Rich Media - A riqueza do conteúdo!

Rich Media é o conteúdo publicitário, mas rico em informação, que se direciona exatamente ao comportamento do consumidor. São conteúdos que podem incluir screaming videos ou até mesmo os tão usuais e atuais directs em plataformas de Social Media como Facebook e Instagram.
É um conteúdo que fomenta o envolvimento entre o público e o anúncio, tendo como base principal uma estratégia User Friendly. 
Podemos fazer uma comparação entre o modelo standard de Rich Media - que engloba ficheiros únicos de HTML, GIF, PNG OU JPG e não contém vídeo. Normalmente só alcança um único clique. Já o modelo Criatividade em Rich Media, engloba, por norma, conteúdos vídeo, que fazem com que ocorra interação com o utilizador, vários cliques, imagens, um botão call-to-action para enviar aos amigos/família, entre outros.


A verdade é que as diferenças são notórias e os resultados muito tangíveis. Apresentar ao utilizador uma proposta de publicidade em Rich Media resulta num retorno sobre investimento superior ao de um modelo standard. É muito mais fácil prender pela imagem visual do que por copywritting. 
Deixamos-lhe agora alguns exemplos de Rich Media.


O banner. Os banners normais constituídos por publicidade fixa, que se observam na maior parte das vezes em display, estando agora muito em voga em formatos mobile também. No entanto, este tipo de publicidade é uma publicidade estática que não se move nem para a esquerda nem para a direita. Quer um exemplo? Veja o vídeo na nossa landing page. 
Já os banners em floating são os que se movem consoante as apresentações que o utilizador pretende ver. O Facebook exemplifica muito bem este tipo de banner quando permite ao utilizador um scroll pelo mural da página e a continuação da visualização do vídeo no canto superior direito.
Dentro de todos estes formatos de Rich Media, e face às preferências do utilizador português, é importante referir ainda o Interstitial Rich Media - que funciona como página de ligação entre a home page e a página onde o utilizador quer chegar, produzindo valor ao cliente e garantindo o máximo de visualizações. O alcance de leads é muitas vezes potenciado por este tipo de Rich Media.


As lightboxes são as usuais caixas de publicidade (usuais porque são as que mais se veem) com publicidade paga. Se existir interação com a audiência o clique nessa caixa é contabilizado. Funciona como a publicidade em Adwords.
Encerramos esta parte de exemplos de Rich Media com o VPAID - um conteúdo com imensa visibilidade para os publicitários, uma vez que há mais potencial de compreensão em performance vídeo. Resulta em enorme escala se aplicado em mobile. 
Uma estratégia que com a nossa equipa de marketeers e web developers se desenvolve de modo a tornar a publicidade um eixo entre o cliente e as suas necessidades.
Precisa de uma estratégia de Rich Media? Contacte-nos, podemos ajudá-lo a criar valor perante os seus stakeholders.

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